Ócio Produtivo <data:blog.pageTitle/>
Ócio Produtivo




06/06/2009 21:50
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enviada por Roque



23/05/2009 12:54

A efemeridade/transitoriedade dos fatos, dos valores, das relações e seus efeitos no ser humano.


O que é efêmero no mundo contemporâneo.

A efemeridade do mundo

Alguns conceitos filosóficos encaixam-se apropriadamente no âmbito da vida moderna: nunca pensou-se tanto acerca do sentido de tudo o que nos rodeia, o sentido de tudo ser como está e acontecer da forma como vemos, pois hoje o conhecimento não é monopolizado como já o foi.

Há séculos que uma geração critica sua anterior por seus valores, que já não são mais os mesmos. Essa mudança decorre de um processo natural de adaptação do modo de vida que surge através da tecnologia, por exemplo, ou até mesmo de uma constatação filosófica, como o “carpe diem”.

Na esfera pessoal, o advento dos meios de comunicação em massa - e a rapidez na troca de informações - colocou, como nunca antes, os valores sociais (conservadores) em xeque, forçando a sociedade a driblar a corrupção da moral. As relações interpessoais já não são tão duradouras, porém se dão de forma intensa e são eficientes para o ser humano à medida que satisfaz suas necessidades.

Na busca e na ânsia de se viver plenamente em meio ao caos do mundo capitalista e globalizado, verifica-se a “extinção” da vida privada, de modo a andar na contramão do individualismo que o sistema prega.

Isso posto, o estilo de vida de uma geração é reflexo e consequência de transformações de ordem cronológica. O modo de vida contemporâneo é efêmero, assim como o homem também o é e tudo que dele faz parte.

por Roque


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21/05/2009 11:41

ParthenonA Grécia veio a tornar-se a primeira civilização da Antiguidade que institucionalizou o escravismo, fazendo dele seu modo de produção. A escravidão foi defendida pelo filósofo Aristóteles. Para ele, a propriedade é uma parte da casa e a arte aquisitiva, uma parte da administração doméstica, já que sem as coisas necessárias são impossíveis a vida e o bem-estar; na administração doméstica assim como nas artes determinadas, é necessário dispor dos instrumentos adequados se se deseja levar a cabo sua obra. Os instrumentos podem ser animados ou inanimados; por exemplo: o timão do piloto é inanimado, o vigia, animado (pois o subordinado faz as vezes de instrumento nas artes). Assim, também os bens que se possui são um instrumento para a vida, a propriedade em geral, uma multidão de instrumentos; o escravo, um bem animado, é algo assim como um instrumento prévio aos outros instrumentos. Se todos os instrumentos pudessem cumprir seu dever obedecendo às ordens de outro ou antecipando-se a elas, como contam das estátuas de Dédalo ou dos tridentes de Hefesto, do que diz o poeta que entravam por si só na assembléia dos deuses, se as lançadeiras tecessem sós e os plectros tocassem sozinhos a cítara, os maestros não necessitariam de ajuda, nem de escravos ou amos.
O que é chamado habitualmente de instrumento, o é de produção, enquanto os bens são instrumentos de ação; a lançadeira produz algo à parte de seu funcionamento enquanto a roupa ou o leito produzem apenas seu uso. Além disso, como a produção e a ação diferem essencialmente e ambas necessitam de instrumentos, estes apresentam necessariamente as mesmas diferenças. A vida é ação, não produção, e por isso o escravo é um subordinado para a ação.
AristótelesDo termo propriedade, pode-se falar no mesmo sentido que se fala de parte: a parte não somente é parte de outra coisa, senão que pertence totalmente a esta, assim como a propriedade. Por isso, o amo não é do escravo outra coisa que amo, como lhe pertence por completo. Disso deduz-se claramente qual é a natureza e a função do escravo: aquele que, por natureza, não pertence a si mesmo, senão a outro, sendo homem, esse é naturalmente escravo; é coisa de outro aquele homem que, a despeito da sua condição de homem, é uma propriedade e uma propriedade sendo, de outra, apenas instrumento de ação, bem distinta do proprietário.


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19/05/2009 18:59



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18/05/2009 18:58



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15/05/2009 17:34

Instrumenta Vocalia

(...)
Os patrícios dependentes da exploração fundiária se empobreceram, passando a depender dos cargos públicos para manter seu nível social. A plebe, marginalizada pelo aumento do número de escravos, passou a ser sustentada pelo Estado, que distribuía trigo e proporcionava espetáculos circenses gratuitamente: iniciava-se a política de "pão e circo", que tinha como meta primeira a alienação política da plebe romana. Frequentemente, os plebeus serviam como agregados aos mais ricos em troca de esmolas e alimentos. Nessa fase, os escravos provenientes das conquistas militares chegavam a Roma em grandes proporções, tornando-se cada vez mais baratos, e eram considerados seres inferiores, apenas "instrumentos falantes" (instrumenta vocalia).

"Contemplei a plebe com 300 sestércios por cabeça, em execução do testamento de meu pai; dei em meu quinto consulado 400 sestércios; no meu décimo-primeiro consulado, distribuí doze vezes trigo comprado às minhas custas; no meu décimo-segundo poder tribunício, dei, por três vezes, 400 sestércios por cabeça. Nunca houve menos de 250.000 indivíduos para eu beneficiar com essas liberalidades. No ano de meu décimo-oitavo poder tribunício e de meu segundo consulado, dei a cada homem da plebe 60 dinheiros por cabeça. Durante o meu décimo-terceiro consulado, dei 60 dinheiros aos cidadãos inscritos no circo para divertir a plebe."

(Suetônio, Vida dos Doze Césares)


enviada por Roque



13/05/2009 17:20

"Os pais não eram livres para educar seus filhos da forma que quisessem. Quando nascia, a criança era levada a um lugar, onde se reuniam os mais velhos de cada tribo. Ali era examinada e, se fosse saudável, ordenavam que fosse criada; se possuísse compleição frágil, era atirada do alto do Monte Taigeto. Acreditavam que, estando destinada desde o nascimento a não possuir força neem saúde, não seria vantajoso nem para ela nem para o Estado deixá-la viver."

(Plutarco, Vidas Paralelas)


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11/05/2009 08:00

O sucesso e Aristóteles

O seu sucesso depende de você.Quem busca o resultado, e não a excelência, corre o risco de ficar sem nada. Sucesso. Eis uma palavra difícil de ser definida. O que é sucesso para uma pessoa pode não ser para outra. A coisa se complica quando pensamos que sucesso é dinheiro, o que na maioria das vezes não é. Aliás, sucesso nem sequer é sinônimo de resultado. Sucesso é fazer bem-feito; resultado é consequência. Por isso, quando procuramos entender o sucesso, é melhor relacioná-lo com outra palavra: excelência. Quando alguém tem compromisso com a excelência, realiza seu trabalho com sucesso, o que o leva a alcançar os resultados desejados. Inclusive dinheiro. Felizmente, encontramos profissionais preocupados com a excelência em todas as atividades. São pessoas de sucesso em seu trabalho. São respeitadas, admiradas e imitadas. Elas acertam no resultado porque miram na excelência. Mas esta não vem do nada, da simples intenção; é necessário que se adote uma estratégia.
Aqui vai uma história para ilustrar melhor esse assunto. Há muitos e muitos anos, um homem sábio, preocupado com o futuro de seu filho, lhe deu três conselhos: siga sua vocação, trabalhe em um local estimulante e administre suas finanças. E não é o que, ainda hoje, os orientadores de carreira dizem para os jovens que estão iniciando? Pois é, estes, sem saber, estão repetindo Aristóteles. Quando escreveu Ética a Nicômaco, o filósofo estava, pretensamente, escrevendo para seu filho e, nessa obra, encontramos as bases da excelência. Os três ingredientes citados se combinam para preparar o prato do sucesso, ainda que em doses diferentes, dependendo da etapa da vida. O início pode ser pela vocação, pelo ambiente ou pelos recursos, mas, no decorrer dos acontecimentos, a falta de um dos três compromete o conjunto. “Busque o bem “, disse o filósofo, “o bem é o exercício ativo das faculdades da alma de conformidade com a excelência”. E ele esclareceu que o bem está nos menores atos, mas que todos estão conectados com um bem maior, que é a própria felicidade. A vida prática, diária, comum, impregnada de pequenos problemas, pode ser mais leve e agradável quando assumimos esse compromisso aristotélico: fazer o bem. Está é a essência do sucesso. O resultado é uma mera questão de tempo. Não há razão para preocupações quando se assume compromisso com a excelência. Se por acaso você faz um trabalho que não lhe agrada, faça-o da melhor maneira possível, pois esta é a única garantia de que você não o fará para sempre, pois, com certeza, será conduzido a outras missões sequiosas de excelência. Não sabemos o que o filho de Aristóteles fez da vida, mas outro jovem que foi quase seu filho adotivo era Alexandre, o líder que conquistou praticamente todo o mundo, conhecido antes de completar 30 anos.


(Eugênio Mussak, Revista Você SA, mar. 2007)

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07/05/2009 11:31

VISÃO EUROCÊNTRICA DA HISTÓRIA DO BRASIL

Índios brasileirosQuando tratamos da História do Brasil é comum utilizarmos a expressão “Descobrimento do Brasil” para designar o momento em que os portugueses iniciaram seu processo de dominação sobre este território.

Na maioria das vezes nos esquecemos de que, quando os portugueses aqui chegaram, a terra já se encontrava habitada pelos nativos, que produziam sua subsistência e possuíam sua própria cultura.

Como a função básica da História é desfazer mitos, trocando a “versão ideal” dos fatos por uma “versão real”, torna-se necessário refletirmos sobre os diferentes pontos de vista relacionados à História do Brasil.

Não podemos esquecer-nos de que a História do Brasil legada a nós foi escrita sob a óptica de quem ocupou as terras e, pela força das armas, venceu os nativos, ou seja, ela é contada, principalmente no que se refere ao período colonial, sob os olhos europeus. E nesse sentido, predomina a visão eurocêntrica dos fatos que compuseram nossa História.

A própria expressão “Descobrimento do Brasil” revela que os portugueses desconsideravam tanto a existência dos indígenas como também, para eles, o Brasil somente passou a existir a partir da tomada de posse das terras pela Coroa portuguesa. Se aceitarmos essa visão, a História do Brasil não passará de um capítulo da História de Portugal.


enviada por Roque



05/05/2009 11:25



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03/05/2009 16:58

Pietro Aretino


Pietro Aretino, por TizianoAretino nasceu em Arezzo em 20 de abril de 1492. Famoso por suas violentas críticas aos grandes da época, aos artistas e aos religiosos, granjeou inimigos que chegaram a ameaçá-lo de morte. Viveu principalmente em Veneza. De família humilde, não teve formação clássica e, mesmo depois de enriquecido por chantagens contra os poderosos, que temiam a agressividade de seus escritos, fez questão de permanecer plebeu, avesso às convenções classicistas, ao petrarquismo, ao moralismo e a todos os mitos que sustentavam as concepções literárias da época. Conhecido por seus escritos pornográficos, sobretudo I ragionamenti (1534-1536; As argumentações), os Capitoli (1540; Capítulos), as canções líricas e os Sonetti lussuriosi (1525; Sonetos luxuriosos), Aretino é, porém, mais importante como jornalista. Suas críticas mordentes e às vezes caluniosas eram divulgadas no Pasquino, em Roma, e em Delle Lettere (1538-1557), distribuídos em volantes. Sua independência, que dispensava a proteção dos ricos, manifestou-se também na literatura. Enquanto os comediógrafos de sua época imitavam Plauto, Aretino soube ser original, utilizando uma linguagem popular; na prosa, substituiu a metáfora petrarquista por expressões menos convencionais e mais vivas. Na tragédia Orazia (1546), embora não tenha criado uma grande obra, atingiu originalidade inexistente em outros autores do teatro italiano quinhentista. Pietro Aretino morreu em Veneza em 21 de outubro de 1556.

~SONETOS LUXURIOSOS~


enviada por Roque



01/05/2009 13:44

Bocage e as Ninfas (óleo de Fernando Santos - Museu de Setúbal)


Lá quando em mim perder a humanidade
Mais um daqueles que não fazem falta,

Verbi-gratia - o teólogo, o peralta,
Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade;

Não quero funeral comunidade,
Que engrole
sub-venites em voz alta;
Pingados gatarrões, gente de malta,
Eu também vos dispenso a caridade;

Mas, quando ferrugenta enxada idosa
Sepulcro me cavar em ermo outeiro,
Lavre-me este epitáfio mão piedosa:

"Aqui dorme Bocage, o putanheiro;
Passou vida folgada e milagrosa;
Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro."


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29/04/2009 17:32
RETRATO ANATÔMICO DOS ACHAQUES DE QUE PADECIA ÀQUELE TEMPO A CIDADE DA BAHIA

Que falta nesta cidade? ... Verdade.
Que mais por sua desonra? ... Honra.
Falta mais que se lhe ponha? ... Vergonha.

O Demo a viver se exponha.
Por mais que a fama a exalta.
Numa cidade onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.

E que justiça a resguarda? ... Bastarda.
É grátis distribuída? ... Vendida.
Que tem, que a todos assusta? ... Injusta.

Valha-nos Deus, o que custa
O que El-Rei nos dá de graça.
Que anda a justiça na praça
Bastarda, Vendida, Injusta.

(...)

E nos Frades há manqueiras? ... Freiras.
E o que acupam os serões? ... Sermões.
Não se ocupam em disputas? ... Putas.

Com palavras dissolutas
Me concluo, na verdade,
Que as lidas todas de um frade
São freiras, sermões e putas.


~Gregório de Matos



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27/04/2009 09:21

Memento homo, quia pulvis es, et in pulverem reverteris.



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25/04/2009 08:00

Basta, Senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador? Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza: o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres... O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao inferno: os que não só vão, mas que levam, de que eu trato, são os outros - ladrões de maior calibre e da mais alta esfera... Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo de seu risco, estes, sem temor nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados, estes furtam e enforcam.


(Pe. Antônio Vieira, Sermão do Bom Ladrão)


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24/04/2009 21:12
"A paixão pertence aos deuses e às deusas..." (Robert A. Johnson)
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12/01/2008 11:39

Freedom of Choice, by Laura Cray

Freedom can be defined as “the condition of being free of restraints; liberty of the person from slavery, detention, or oppression.” When applied to life, however, freedom is best defined as “the capacity to exercise choice; free will.” Yet, as with many privileges, humans often take for granted their freewill until they lose it. Time and time again, history has displayed that in times of great oppression those who had the freedom of speech did not bother to speak. ”We are so accustomed to freedom that we neglected our responsibility to guarantee it shall be the birth right of future generations” (Pagnozzi). We choose to neglect our freedom. We choose not to get involved. We choose to be indifferent. The Holocaust is considered the most horrible consequence of indifference the world has ever known. According to Peter Padfield, “Without the active and passive aid of millions, the catastrophe Nazism wrought not have been possible” (Haswell). Scholars alike agree, stating that “the Holocaust’s occurrence relied only upon the indifference of bystanders in every land” (Zukier 61).
Indifference, by definition, is “not caring one way or the other.” It, nonetheless, goes much deeper than the definition suggests. Cynthia Ozick writes, “Indifference is not so much a gesture of looking away – of choosing to be passive – as it is an active disinclination to feel. Indifference shuts down the humane, and does is deliberately, with all the strength deliberateness demands. Indifference is as determined – and as forcefully muscular – as any blow” (Bystanders).
The bystanders were the ordinary citizens who while complying with laws, watched as millions of people were murdered in front os their lives. It was those who walked right past the derogatory word scrawled on shops owned by Jews; those who looks right past the disrespectful soldiers in the streets. It was the 500.000 who received the Der Stürmer newspaper each week, never standing up to the persecution that lined its pages.
Despite the cruel indifference commonly displayed toward the refugees, a few individuals used their freedom to make a difference. Many took the persecuted into their homes, risking their own lives as well as the lives of their families.
The story of Kurt Gerstein, a German spy in the SS, serves as an example of how one can use their freedom to help those who have no freedom. Although arrested and imprisoned twice for Anti-Nazi activities, Gerstein was able to see the concentration camps from the inside. While in the camps, he buried Zyklon B canisters that he was supposed to help implement in the gas chamber. He quickly left, in hopes of exposing what he knew to the world. Although he was killed in the process, he informed thousands of people about the Nazi’s horrific executions. He was able to spread his message – “We are responsible in a way they can’t be” (Rosenberg).
Unfortunately, people like Kurt Gerstein were just a small minority. Why out of so many millions of people did so few act or even speak up? The Holocaust forces us to explore the depths of the human psyche for answers. “Any living creature when in life danger, either fights whit his enemy, like a lion or tiger, runs for his life, like a deer or malibu, or fades into the environment by various methods of camouflaging like a chameleon” (Zukier 61). We have the choice of how to use our freedom. Manu humans choose to “fade” into the environment, feeling that being neutral will bring the least consequences. It is true, after all, that caring deeply about something carries with it a greater risk of being hurt. But isn’t life about risks?
A further cause of indifference is human discrepancy between freewill and goodwill. As humans, we live following our own freewill – making our own choices and deciding our own actions. This often comes into conflict with goodwill, our willingness to be moral and caring. Although it would be ideal that having freewill, we would choose to follow our goodwill, incidences like the Holocaust prove that this is not so. With the choice of whether or not to get involved in the Holocaust, many opted against helping the Holocaust victims, and in doing so neglected the goodwill of humanity. Often when we are granted freedom, we use it in all the wrong ways.
Through my writing, I am able to use the freedom I have been granted to make a stand. It is only through choosing to use our freedom that any future acts of apathy, like the Holocaust, can be prevented. We are free to speak. We are free to write. We are free to learn. Let us learn from the lessons of the Holocaust and choose to use our freedom to ensure that freedom is upheld.



enviada por Roque



08/12/2007 08:45


Desde a chegada, os jesuítas dedicaram-se à conversão dos índios (gentios), tentando impedir sua escravização pelos portugueses: (????)

Neste Porto Seguro e em Ilhéus encontrei uma certa gente que é da casta dos Tupiniquins, entre os quais existem muitos dos nossos e dos naturaism ainda que dos Cristãos tenham muitos maus exemplos e escândalos, e me parece gente mais mansa que a da Bahia e se mostram sempre amigos; [...]
Vivem eles à maneira de Gentios, por carência de quem lhes aponte a verdade, e posto venham alguns à missa na matriz, seria necessário que alguns Irmãos houvessem por ajudar os Cristãos e mesmo converter os Gentios. Visitei algumas aldeis deles e acho-lhes bons desejos de conhecer a verdade; e instavam para que ficasse no meio deles, e se bem que seja difícil fazer desarraigar aos mais velhos as suas más usanças, com os meninos, porém, se pode esperar muito fruto, porque não se opões quase nada à nossa lei e assim me parece que esteja aberta a porta para muito ajudar as almas nesta terra [...]




Carta de Manoel da Nóbrega ao padre Simão Rodrigues, 1550. Apud Manoel da Nóbrega, op. cit., p. 107.


enviada por Roque



05/12/2007 00:22

"Os moralmente renovados não vão à guerra e não combatem. São filhos da paz que transformam suas espadas em arados, suas lanças em foices, e não sabem nada da guerra."



Assembléia anabatista de Shlatt, 1527. Apud Will Durant, op. cit., p. 331.


enviada por Roque



15/11/2007 22:56

O que é perfeito?!


" O que é perfeito?!

Perfeito pode ser um choro, ou um sorriso. Perfeito pode ser viajar, ou ficar em casa. Perfeito pode ser um momento, ou uma vida inteira. Pode ser um beijo, um amor de muitos anos. Perfeito sempre é o seu. É o que não é esperado, ou o que é muito esperado. Perfeito é a forma que dura muito, ou a que não dura nada. É o que você vê, ou o que não vê. Perfeito pode ser ensaiado, ou improvisado. Pode ser o doce, ou pode ser salgado. Perfeito pode ser uma palavra, ou um número. Perfeito é tudo aquilo que nos faz bem e que sem saber porquê, a gente reconhece na hora... "

enviada por Roque



12/11/2007 17:00

"Vivemos em um mundo que odeia o mau mais do que ama o bem." Filme 'Lutero'


enviada por Roque



10/11/2007 20:46





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08/11/2007 15:14

If you have no voice,
SCREAM;
If you have no legs,
RUN;
If you have no hope,
INVENT;

Cirque du Soleil


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05/11/2007 08:38





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02/11/2007 20:31

Nos jornais e na TV nós jovens aparecemos de forma bastante negativa. Nos associam à passividade, à alienação, à falta de responsabilidade e assim justificam que “o jovem não quer saber de nada” e portanto, não precisa ser ouvido. A falta de oportunidade e de perspectiva são a marca da nossa geração e ao invés do Estado nos garantir direito à saúde, cultura, educação, capacitação profissional, lazer, esporte e acesso à cidade, grande parte dos governos investem em ações de controle e repressão. Respostas fáceis são dadas: policiais nas ruas e redução da idade penal. A juventude não quer ser vítima, problema ou apenas espectadora da história, quer ser ouvida e quer participar como protagonista de ações que transformem a sua realidade. Não deixe que os outros falem por você, prove que o jovem pode definir suas prioridades!

enviada por Roque



17/10/2007 19:31

Medo de se descobrir

Saiba que seus limites são infinitos e as suas escolhas sempre tendem a ser a correta, tua luz, tua alma, fazem parte do paraíso do Édem que vieram para florescer e encantar os seres que se aproximam de você.
Medo. Não temas. Seu destino é certo assim como a certeza que dois barquinhos no oceano foram feitos para se encontrar e seguir juntos ao porto seguro.
Descubra ao seu lado o melhor sempre que as pessoas tenham a oferecer.
Palavra do seu anjo.

Mnesagem recebida em 16 de outubro de 2007

enviada por Roque



13/10/2007 12:03

Cientistas confirmam buraco menor na camada de ozônio

Segunda-feira, 8 out 2007 - 09h51

Utilizando dados captados pelo satélite Envisat, da Agência Espacial Européia – ESA - cientistas europeus anunciaram na última semana que o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica encolheu 30% a menos quando comparado ao tamanho recorde do ano de 2006.
De acordo com as medidas feitas pelo satélite, este ano a perda de ozônio naquela região foi de 27.7 milhões de toneladas, enquanto em 2006 a perda atingiu 40 milhões de toneladas.







A camada de ozônio é medida através de Unidades Dobson (DU) e é calculada medindo-se a área e a profundidade da camada em determinada região. Um buraco é definido quando os níveis na região avaliada situam-se abaixo de 220 unidades Dobson. A unidade descreve a espessura da camada de ozônio contida em uma coluna diretamente acima de um ponto qualquer, a 0ºC e sob a pressão de uma atmosfera. Um valor de 300 Unidades Dobson equivale a uma camada de ozônio de 3 milímetros de espessura.

Neste ano, o total de áreas em que os níveis estiveram abaixo de 220 DU atingiu 24.7 milhões de quilômetros quadrados. Essa área equivale a três vezes o tamanho do território brasileiro.

Os cientistas também informaram que a diminuição do buraco é devido às variações naturais da temperatura e das dinâmicas atmosféricas e não deve ser comemorado como um indicativo de tendência de longo prazo.

"Apesar de menor, nós não podemos concluir que a camada de ozônio esteja se recuperando", disse Ronald van der, um dos cientistas envolvidos no estudo e pesquisador sênior do Instituto Meteorológico da Holanda. Van der explica que este ano o buraco na camada esteve menos centrado sobre o Pólo Sul do que em outros anos. Isso permitiu que o gás se misturasse ao ar mais aquecido, reduzindo o crescimento do buraco, já que o ozônio praticamente desaparece sob temperaturas inferiores a -78ºC.

Camada de Ozônio

A camada de ozônio situa-se aproximadamente a 25 km de altitude, dentro da estratosfera. Essa camada age como um filtro solar, impedindo que níveis elevados de raios ultravioleta atinjam a Terra.

O buraco na camada de ozônio foi reconhecido pela primeira vez em 1985 e durante a última década, em escala global a camada perdeu 0.3% de sua espessura a cada ano, aumentando significativamente os riscos de câncer de pele, cataratas e causando danos à vida marinha.

A diminuição da camada é causada pela presença de elementos que destroem o ozônio, como a clorina e o brometo de metilo, e principalmente pelos gases originados de produtos criados pelo homem, como os clorofluorcarbonos ou CFCs. Conhecido como gás freon, o CFC é usado em grande escala na produção de aerossóis, refrigeradores e produtos de limpeza. Apesar de ainda estar presente na atmosfera, sua concentração vem diminuindo graças ao Protocolo de Montreal, assinado em setembro de 1987. Nele, os países signatários se comprometem a substituir as substâncias que reconhecidamente causam danos à camada.

Arte: Gráfico comparativo mostra o tamanho do buraco na camada de ozônio nos meses de setembro de 2006 e setembro de 2007. Cortesia ESA, agência espacial européia e Instituto Meteorológico da Holanda, KNMI.


Fonte: apolo11.com


enviada por Roque



12/10/2007 21:22



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12/10/2007 08:34

"All you need is love... love is all you need..."

All you need is love - The Beatles

enviada por Roque



11/10/2007 01:01





enviada por Roque






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